Por fim, os clássicos tacos, servidos em doses de dois e com livro de instruções na mesa a indicar como os deve comer. A carta do Lamassa oferece-a em vários formatos, como tagliatelle alla carbonara (9€), ravioli alla taleggio com recheio de queijo tallegio e molho de gorgonzola (11€) ou pappardelle com cogumelos e trufas (13€). O La Massa fica na fronteira entre o Estoril e São João do Estoril. Nesta lista encontra os melhores restaurantes no Estoril para almoçar ou jantar, desde os espaços mais clássicos até aos mais modernos e saudáveis – passando por tascas e restaurantes de fusão . Hoje, além de praias, tem bons sítios para comer, ir às compras e passear, a dois passos do mar ou mesmo no meio da vila apalaçada. Conheça aqui os melhores sítios para comer no Estoril, desde os clássicos às novidades.
O menu é curto e está afixado na porta – três entradas, cinco pratos, uma sobremesa e dois cocktails de assinatura a somar a uma carta de vinhos naturais e de baixa intervenção. Há dois menus, um mais simples, em que cliente escolhe entrada, prato e sobremesa, e o de degustação, com seis momentos. À frente do restaurante está uma família de Cantanhede, que entretanto abriu um segundo espaço no centro da cidade, na Duque de Palmela.
Mas a chanfana, prato do qual Miranda do Corvo, no distrito de Coimbra, se diz capital, é um daqueles que fideliza clientes. É a escolha de muitos chefs para almoçar ou jantar numa folga, aposta segura para boa comida tradicional a preços que já pouco se encontram na cidade. Nesta Floresta, quando o relógio se aproxima das 13.00, as mesas já estão cheias, e da cozinha vão saindo bons pratos típicos portugueses. Estamos numa das poucas casas inteiramente dedicadas ao bacalhau salgado seco – o que é ao mesmo tempo triste, sendo este porventura o produto mais distintivo da cozinha portuguesa. Da última vez que espreitámos a ementa vimos 26 pratos com bacalhau, das entradas aos principais.
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Numa sala animada, luminosa e verdejante, chegam à mesa grandes pratos como o surpreendente “pastrami da Liz”, croquetes de camarão, arroz de pato fumado, porco saloio, cachaço fumado ou bochechas de vaca com couve grelhada. Por outro lado, passou a existir um balcão e, na segunda sala, dois lugares à janela. A proposta não é nova para a restauração lisboeta, nem para Bernardo Agrela, que por sua vez também não é novo nesta casa, que reabriu no final de Setembro de 2025. Com a cozinha ao centro, balcão ao redor, está tudo à vista neste elegante e discreto restaurante da chef, que aqui cruza sabores tradicionais portugueses, as suas memórias, com o gosto internacional.
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Numa mesa onde o produto é rei, a simplicidade da matéria-prima serve de base a outros experimentos – sejam eles com sabores do mundo, ou com as últimas técnicas culinárias. Familiarizado com as tradições culinárias portuguesas, o novo chef tem traçado um caminho de sustentabilidade, ligado sobretudo à sazonalidade dos ingredientes. Cheio de pinta e boa música, centrado no balcão de azulejos pintado à mão, aposta no receituário português, com produtos escolhidos a dedo e referências de vinho a condizer. O Corrupio é pequeno em espaço, mas grande nos sabores. A dupla criou aqui uma cozinha saborosa, de partilha, mas sem empratamentos mínimos, sem pretensões a bistrô e ainda assim com momentos de genialidade. Só isso já seria muito bem-vindo, mas não se fica por aí.
- A cozinha do Tribuna não se limita a executar receitas tradicionais; procura também inovar, como se reflete em algumas das suas entradas e acompanhamentos.
- Sem revelar o valor do investimento, a gerência do espaço revela que no ‘Hall of Fame’ do Tribuna Sports Bar já existe uma camisola de Cristiano Ronaldo autografada, bem como as luvas do guarda-redes da seleção nacional de hóquei em patins, Ângelo Girão.
- Mantém a sua alma castiça, nos finos e petiscos servidos no balcão de inox, mas sobretudo no cardápio, que insiste em apresentar clássicos como o fígado de cebolada, o escabeche de bacalhau frito e as saborosas sandes de rojão.
- Para rematar, juntam pickles, queijo Cheddar e um molho secreto.
- E a verdade é que às idílicas praias junta-se uma agenda de eventos preenchidérrima, restaurantes fantásticos, imeeeenso espaço para fazer desporto e, claro, carradas de novidades.
Avaliações do Restaurante Tribuna
A pasta fresca convence à primeira garfada, tal como os ravioli de porco preto com ricotta e molho de tomate. Num espaço que continua a cruzar o clássico com o contemporâneo, a interacção à mesa faz-se tanto com o serviço de sala como com a equipa da cozinha, incluindo o próprio André Cruz. O chef, Petter Nyström, construiu uma experiência gastronómica centrada no sabor.
O que não significa abrir mão do serviço atento e dos pratos com alto rigor técnico que saem da sua cozinha detalhista – como no caso do robalo de anzol com tucupi, raiz de salsa, gamba branca e aneto; e do prato de pintada e codorniz com trompetas e ervilha. "Queremos valorizar ao máximo o peixe e o marisco da nossa costa portuguesa e trazer ingredientes brasileiros, apresentados de formas diferentes do habitual”, explica a chef. O restaurante Gruta, comandado pela chef Caroline Giandalia, tem pratos que cruzam a tradição de Portugal e do Brasil, com criatividade, ousadia e utilizando sempre ingredientes locais e sazonais. Os pratos são, na sua maioria, para partilhar, entre petiscos e outros para se comer de talheres, sempre com intensa presença de vegetais. O casal brasileiro Gabriela Johann e Gustavo Schmidt divide-se para (ela) oferecer receitas de conforto que mudam com as temporadas e (ele) verter rótulos de vinhos naturais feitos dentro e fora de Portugal. Quatro anos depois, o chef subiu a parada e inaugurou nas Antas um fine dining (ou fire dining, se preferir) que é a evolução do primeiro.
Por isso, é fácil encontrar filetes de peixe galo com açorda de ovas, tripas e cozido à portuguesa em muitas esquinas, sem ter que recorrer à casa da avó. Há também donburis (de porco crocante ou de atum marinado), okonomiyakis (as panquequinhas japonesas) e outras delícias para satisfazer todos os gostos. A bowl de massa com caldo fumegante para sorver é apresentada em versões como a de triplo porco (um caldo de porco intenso com miso e malagueta, noodles, porco picado e porco crocante, ovo nitamago, nori e ceboleto) ou a vegetariana (caldo vegetariano com cogumelos shiitaki, eryngi e enoki). Imperdível é o carabineiro à moda da casa, uma espécie de ovos rotos servidos com este crustáceo cozinhado no ponto, cheio de sucos marinhos; e um prego com uma carne do lombo tenra, de raças transmontanas, servido num pão de água rústico.
Cumprindo a micro-sazonalidade dos produtos, a carta muda com frequência e inclui, sempre que possível, peixes pouco habituais às nossas mesas. Este é o seu primeiro espaço em Lisboa – e está pensado para agitar as águas. No espaço de um antigo café de bairro, o Baraa Kitchen serve cozinha síria feita sem atalhos. Um sítio onde a comida de inspiração italiana e os cocktails estão em grande nível (tal como a carta de vinhos naturais), e onde o ambiente divertido do espaço só o torna ainda mais convidativo. Marin Colomès é um dos três sócios e está ao leme da pequena cozinha, juntamente com Marc le Rohellec – o primeiro a tempo inteiro, o segundo dividido entre Arroios e o restaurante que abriu em 2021 no Cais do Sodré.
E não se esqueça de lhes juntar umas batatinhas fritas, claro, para ficar tudo ainda melhor. Para rematar, juntam pickles, queijo Cheddar e um molho secreto. A carne usada é da raça Angus, o pão-de-leite é feito na casa e as alfaces, tomates e cebolas são fresquíssimos.
Leve em mente que tem de guardar espaço para o conhecido bolo de bolacha com mousse de chocolate. Nenhuma refeição aqui fica completa sem a famosa mousse de chocolate. Na casa que tem junto ao https://tribunasportsbar.pt/ Campo Pequeno há uns bons anos, mostra o melhor da sua cozinha de inspiração transmontana, sempre a cruzar outras regiões do país.
A comida que o chef Rui Paula cria é apaixonante – e os seus espaços também. O sucesso, talvez, reside no facto de se tratar de um misto de sandes e petisco (para comer com os dedos), perfeito para acompanhar um fino nos dias frios ou quentes. Mais tarde abriu um espaço em nome próprio, a poucos passos do original, mas que fechou as portas em 2018, para grande tristeza da cidade. Nesta casa argentina comandada pelo chef Maurício Ghiglione, o destaque é a parrilla com cortes de carne de alta qualidade, como o ojo de bife, o lomo, ou o bife de chorizo (que nada tem a ver com nosso enchido).